No The Global Leadership Summit de 2010, Blake Mycoskie, criador da Tom’s Shoes, empresa que desde o começo possui um modelo de negócios diferenciado, no qual a cada sapato vendido outro é doado, explica como começou a ideia de criar a Tom’s Shoes, porque não criar uma ONG ao invés de uma empresa lucrativa que faz doações, as vantagens desse modelo de negócios (social business, que já foi explicado nesse vídeo) e também os benefícios para o ambiente de trabalho das empresas voltadas para o mercado que adotam a cultura de servir e participar em causas sociais.

Nesse vídeo ele também explica sobre os impactos desse modelo de negócios no marketing da empresa e como outras táticas de marketing viral como o One Day Without Shoes, com a ajuda de diversas pessoas e instituições foram o interesse de cada vez mais pessoas na empresa e na causa social.

Se você ficou interessado em saber mais sobre a Tom’s Shoes, o site deles é http://www.toms.com/ e lá, além de comprar, você pode descobrir mais sobre a causa e como essa empresa vem atuando.

helloyoucreatives:

Rewarded for yawning. Now this is a first

Ação muito criativa, na qual ao bocejar em frente a máquina de café, a pessoa teria sua expressão facial lida pela máquina, que dispensaria um copo de café grátis. 

Reblogged from HELLO YOU CREATIVES

Campanha muito boa da Coca-Cola, utilizando das suas máquinas de vender para conectar pessoas de nações separadas, seria bem legal se outras marcas também se juntassem nesse movimento e criassem dispositivos que divulgam suas marcas e ao mesmo tempo conectam as pessoas e promovem a paz.

Mais uma mostra de que a cada dia os negócios vem tendo um papel cada vez mais importante em nossa sociedade, passando a atuar com uma visão de benefício holístico, bom para as empresas, sociedade e meio ambiente.

smarterplanet:

How drones could build real-world networks to transform delivery of food, medicine, mail, and more | Trends in the Living Networks

The rise of drones (unmanned aerial vehicles) has been at the forefront of the news over the last months, with issues emerging that range from the remote use of military force to domestic privacy.

However there are many very positive applications of drones. Matternet, spawned from a Singularity University program, envisages creating a network of drones to address developing world problems. Over a billion people are geographically isolated and are often not able to access regular transport and the goods that can travel to them. Rather than building physical infrastructure, drones can cheaply and easily allow drugs, food, and other essentials to get to where they are needed. The video below shows the Matternet Vision.

Muito interessante essa solução de logística, utilizando do transporte aéreo de pequeno porte suportado por redes interconectadas para viabilizar as entregas em áreas de difícil acesso, nesse caso o contexto é social, ajudando comunidades mais pobres e isoladas de recursos, mas acho que até mesmo no meio urbano tal solução poderia ser bem interessante para ganhar mais agilidade na logística e reduzir o trânsito.

É um vídeo bem curto e muito legal, vale a pena!

gregmelander:

A RECIPE FOR STARTUPS

A great explanation by Jake Knapp of how to think fast, make a lot and evaluate quickly to get to the right idea. via Phil Rogan

Gostei da dica para agilizar o processo de testar novas ideias, quem sabe eu até vou acabar utilizando isso um dia no trabalho :)

Reblogged from Greg Melander

helloyoucreatives:

The first billboard that produces potable water from the air.

Achei demais essa possibilidade de gerar água potável a partir da umidade do ar, fica aí uma boa dica para aquelas empresas que querem criar outdoores diferenciados e ainda se posicionarem como marcas inovadoras e sustentáveis, desenvolvendo uma propaganda que realmente gera valor para o público. 

Gostei muito, nunca tinha pensado em algo do tipo, realmente inspirador!

Reblogged from HELLO YOU CREATIVES

smartercities:

A simple idea can help build a smarter planet. Check out this one, A flashing Zebra crossing. 

Uma ideia muito legal, mas será que funcionaria em São Paulo, acho que o problema por aqui não é só a visibilidade das faixas, infelizmente…

Mas talvez, se junto com a luz, baixasse uma cancela… aí acho que poderia funcionar por aqui também ;)

Essa semana ouvi bastante sobre o Chris Anderson e a cauda longa no trabalho e inspirado no tema resolvi aprender um pouco mais sobre a próxima revolução, a cauda longa de objetos físicos, onde podemos desenvolver o design em nossos computadores ou até mesmo celulares e produzir em fábricas na China (ou qualquer outro lugar) com qualidade profissional.

Muito interessante, eu que sempre pensei em ter uma impressora 3D no futuro agora estou começando a duvidar, talvez eu não precise de uma, posso imprimir em outro lugar e receber em casa.

Mas mais interessante ainda é como isso pode criar grandes desafios para as empresas, não só de brinquedos (como ele cita no vídeo), mas também de design e de qualquer outro objeto físico que alguém possa ter interesse em customizar, cada vez mais the consumer is the king!

Nesse vídeo Eric Ries (autor do livro The Lean Startup: How Today’s Entrepreneurs Use Continuous Innovation to Create Radically Succesful Businesses) explica os benefícios de testar o quanto antes as versões mais simples possíveis dos protótipos das ideias para aprender o mais rápido possível e sempre evoluir para versões melhores baseadas em reações do público-alvo e não em suposições.

Vejo que essas idéias são muito próximas à filosofia do design thinking, “Prototype early and often” - como dizia o prof. Reinhold Stainbeck, inspirado nesses conceitos até já simplifiquei algumas ideias para modelos extremamente simplificados já possíveis de ser testados e conforme as respostas dos testes vou evoluir as ideias.

Para aqueles que estão sem tempo, ele começa a palestra no minuto 4 e termina no minuto 36 do vídeo, quando entram as perguntas, que ele responde até o fim.

Quando vi esse vídeo pela primeira vez pensei que alguém tivesse desenvolvido o restaurante móvel, que seria uma adaptação da escola no barco (apresentada no post anterior), para o trânsito das metrópoles.

Mas não, esse é foi o lançamento do app da Food Genius, uma start up bem interessante, que utiliza a análise de Big Data para sugerir receitas a serem incorporadas por restaurantes, baseadas nas informações de números de restaurantes que oferecem essas receitas e percentuais de aceitação por parte dos clientes. No site deles tem um vídeo bem explicativo.

Mais sobre esse lançamento e o que realmente eles estão fazendo no vídeo você pode conferir na fonte.

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